Fisioterapia

12/07/2018

UCPel empossa coordenadores de cursos para a gestão 2018-2020

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A Universidade Católica de Pelotas (UCPel) empossou os coordenadores de curso de graduação e pós-graduação stricto-sensu para os próximos dois anos. O ato de posse contou com a participação do reitor, José Carlos Pereira Bachettini Júnior, e das pró-reitoras, Patrícia Giusti e Ana Maria Hackbart.

Das graduações, 24 seguem com a mesma coordenação. Os cursos de Tecnologia em Design de Moda e Serviço Social terão novos coordenadores. Ana Luiza Soares passa a ser a responsável pelo tecnólogo. O curso de Serviço Social terá coordenação compartilhada entre os professor Cristine Ribeiro, Mara Medeiros, Renato Della Vechia e Vini da Silva.  Os quatro Programas de Pós-Graduação seguem com os mesmos gestores.

De acordo com a pró-reitora acadêmica, professora Patrícia Giusti, a cerimônia também foi um momento de consolidação do trabalho iniciado em 2012. “Houve discussões junto aos núcleos docentes estruturantes e junto aos colegiados em que foi entendido esse processo como o de continuidade”, lembrou. 

A coordenação do curso é um espaço voltado à condução de liderança junto aos docentes e discentes. Conforme a pró-reitora, o espaço é importante porque proporciona vivência no processo de gestão, diferente da experiência em sala de aula. “Aos novos coordenadores que chegam, será um desafio devido o processo de aprendizado voltada para legislação e regulação dos cursos”, disse. 

A cerimônia de posse ocorreu na quarta-feira (11). Confira os nomes abaixo:

Filosofia: Adriane da Silva Möbbs;
Pedagogia: Vera Luci Alves Savedra;
Teologia: Padre Waldeir da Paixão Silva;
Administração e Tecnólogos em Gestão Comercial, Gestão Financeira e Gestão de Recursos Humanos: João Alberto Gonçalves Júnior;
Arquitetura e Urbanismo: Laura Gomes Zambrano;
Ciências Contábeis: Geruza Rodrigues Thiel;
Direito: Ana Luíza Berg Barcellos;
Engenharia Civil: Ricardo Curi Terra;
Engenharia da Computação: Claudio Machado Diniz
Engenharia Elétrica e Engenharia Eletrônica: Leandro Zafalon Pieper;
Jornalismo: Marcus Paulo Spohr;
Letras: Jéferson da Silva Schneider;
Publicidade e Propaganda: Cristina Russo Geraldes da Porciúncula;
Serviço Social, coordenação colegiada entre os professores: Cristine Jaques Ribeiro, Mara Rosange Acosta Medeiros, Renato da Silva Della Vechia e Vini Rabassa da Silva;
Tecnologia em Design de Moda: Ana Luíza Timm Soares;
Tecnologia em Segurança Pública: Fábio Raniere da Silva Mendes;
Enfermagem: Ana Lúcia Soares de Azevedo;
Farmácia: Elemar Gomes Maganha;
Fisioterapia: Giane Braida;
Medicina: Regina Bosenbecker da Silveira;
Odontologia: Patrícia Osório Guerreiro;
Psicologia: Andrea Veiga Wagner; 
Mestrado em Saúde da Mulher, Criança e Adolescente: Fernando Celso de Barros;
Programa de Pós-graduação em Saúde e Comportamento: Gabriele Cordenonzi Ghisleni;
Programa de Pós-graduação em Política Social: Luiz Antônio Bogo Chies;
Programa de Pós-graduação em Engenharia Eletrônica e Computação: Eduardo Antônio César da Costa.

Redação: Rita Wicth – MTB 14101 

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Por Portal UCPel

11/07/2018

Comunicado - Cancelamento PADOC 19h

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Em razão de problemas de saúde do palestrante, a Universidade Católica de Pelotas (UCPel) informa que o encontro do Programa de Aperfeiçoamento Docente (PADOC), desta quarta-feira às 19h, foi cancelado. 

Assim que possível, uma nova data será comunicada. 


Por Portal UCPel

03/07/2018

UCPel conta com laboratório para estudos de Neurociências Clínicas

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Diagnósticos e marcadores de depressão em gestantes e pacientes adultos em geral e cultivo celular lideram as pesquisas do Laboratório de Neurociências Clínicas da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Saúde e Comportamento (PPGSC), dispõe de equipamentos avaliados em quase três milhões de reais, via recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Dos 16 docentes do programa de pós-graduação, quatro atuam diretamente no laboratório, conforme conta a coordenadora do PPGSC, professora Gabriele Cordenonzi Ghisleni. "Cada professor segue uma linha de pesquisa independente dentro da área biológica, mas também realiza projetos em colaboração com os demais", explica. Além do corpo docente, doutorandos, mestrandos e graduandos dos cursos na área da saúde desenvolvem as análises laboratoriais.

Uma das frentes de atuação do laboratório, o projeto Gravidez Cuidada, Bebê Saudável, financiado pela fundação Bill e Melinda Gates, acompanha o pré e pós-parto de gestantes com depressão ou risco de depressão. Associado ao projeto, os pesquisadores buscam moléculas, proteínas e genes específicos para traçar o perfil da mãe com risco da doença e identificar o tipo de desempenho cognitivo e motor da criança. "O objetivo é organizar um grupo de marcadores para facilitar o diagnóstico clínico e melhorar o tratamento", destaca Gabriele.

Outro estudo realizado no laboratório da UCPel é a reavaliação de pacientes com depressão a fim de identificar se o diagnóstico converteu para bipolaridade. Segundo a coordenadora, esses pacientes possuem sintomas comuns às duas doenças, o que pode confundir a identificação. "No laboratório também procuramos marcadores para a depressão e para o diagnóstico", diz.

Dentro das pesquisas líderes desenvolvidas pelos pesquisadores da UCPel, está ainda o cultivo celular. Dois professores são responsáveis pela metodologia pré-clínica (sem pacientes), onde o cultivo de células in vitro é executado. O objetivo é testar e desenvolver novos fármacos antioxidantes e anti-inflamatórios.

De acordo com Gabriele, o Laboratório de Neurociências Clínicas atua nesse formato desde 2013. Antes, as pesquisas eram realizadas em colaboração externa com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Através do acesso a investimentos do Finep, equipamentos foram comprados. "Passamos a desenvolver aqui o que fazíamos fora e aumentamos a participação dos alunos", acrescenta a coordenadora. Além disso, a UCPel investiu em infraestrutura para adequar o espaço físico.

A qualidade desses novos equipamentos alavancou os resultados das pesquisas do programa de pós-graduação, refletidos nas publicações científicas. "Estamos publicando artigos melhores e alguns alunos receberam destaque em congressos", frisa. Outra conquista com os aparelhos é a ampliação das colaborações externas. "Em função da qualidade dos equipamentos, abrimos as portas para professores de outras instituições fazerem análises aqui", conta a docente.

Na formação acadêmica dos estudantes, o laboratório complementa a experiência laboratorial. "Aqui os alunos estão diariamente na bancada fazendo experimentação de rotina, desde a preparação da coleta que chega até a análise", completa. A coordenadora também destaca a interdisciplinaridade, responsável por aumentar as discussões acerca de temas variados e a vivência científica dos bolsistas.

Há um ano e nove meses como bolsista de iniciação científica, a acadêmica do 9º semestre de Farmácia, Ariadni Mesquita Peres, buscou o laboratório por abordar a área de neurociências - pouco explorada no curso. Atualmente, a estudante realiza as análises do banco de dados do projeto Gravidez Cuidada, Bebê Saudável. A vivência oportunizou a participação em congressos e facilitou a comunicação, conforme acredita a aluna. "Aqui construímos o pensamento de que precisamos ir atrás, ler artigos, moldar o conhecimento", completa.

A mestranda Cainá Corrêa do Amaral participa das análises desde 2014, quando cursava Enfermagem na UCPel. Hoje, auxilia uma doutoranda nas análises e realiza a coleta de campo do projeto Gravidez Cuidada, Bebê Saudável. Durante a trajetória acadêmica, a experiência no laboratório proporcionou o contato com outras áreas. "A enfermagem é bastante clínica e a pesquisa me mostrou o lado da docência", conta.

Já a doutoranda Laísa Camerini da Rosa chegou ao laboratório para o estágio final do curso de Biotecnologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Segundo a pesquisadora, através da vivência teve contato com a área da saúde humana - na qual sempre quis trabalhar. Em função disso, deu continuidade aos estudos no PPGSC, onde cursou mestrado e atualmente estuda alterações genéticas em gestantes para a tese de doutorado. "A minha profissão é ser pesquisadora e é dentro da Universidade que se faz pesquisas", afirma.

Equipamentos modernos associados à qualidade dos estudos diferenciam o Laboratório de Neurociências Clínicas da UCPel dos demais da região sul. "O fato de continuarmos recebendo financiamento pelos projetos demonstra o perfil de pesquisa que estamos construindo no laboratório", acredita a coordenadora.

Redação: Piero Vicenzi


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Por Portal UCPel

18/02/2014

Inscrição para BOLSAS DE INCIAÇÃO À EXTENSÃO

miniatura A Pró Reitoria convoca todos os alunos a se inscreverem no processo de seleção de Bolsas de Iniciação à Extensão.

O prazo se encerra no dia 21 de fevereiro.

Mesmo os acadêmicos que desejam ser voluntários, deverão se inscrever no processo, pois a partir desse, serão preenchidas as demais vagas dos projetos.

Atualmente o Projeto de Extensão do Curso de Fisioterapia, intitulado ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE, possui eixos de atuação junto ao Grupo de Parkinson, Atletas de Remo, Atletas de Futebol Feminino do Pelotas, Tholl e possibilidade de criação de novos eixos de atuação.

O objetivo da extensão é proporcionar ao acadêmico uma vivência profissional diferenciada daquela da matriz curricular do curso. Por isso, não percam a oportunidade.


Por Flaviano

14/01/2014

Vestibular Fevereiro 2014 com Inscrições abertas!


Por Núcleo Web

10/12/2013

FISIOTERAPIA NA SAÚDE DO TRABALHADOR

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Foi desenvolvida em Pelotas, uma pesquisa intitulada Prevalência de Sintomas Osteomusculares em Funcionários de uma Empresa Prestadora de Serviços Gerais de forma Terceirizada em Pelotas – RS, pelo acadêmico Marcelo Patron Porto e seus orientadores, os Profª Ms Estefânia Moraes e Prof Ms Flaviano Moreira, o trabalho se destinou a realizar em uma empresa prestadora de serviços terceirizados a aplicação de questionários que apontaram dentre os funcionários se existe ou não a presença de sintomas osteomusculares.

A pesquisa foi realizada entre os meses de setembro e novembro de 2013 e verificou que em uma população de 100%, 48% dos funcionários possuem sintomas osteomusculares, e que estes tem relação significativa com a postura adotada para execução de sua função, os sintomas osteomusculares são hoje em dia encarados como um sinal/sintoma de um possível distúrbio do sistema musculoesquelético e devem ser encarados com seriedade pelos trabalhadores, e principalmente pelos gestores de empresas, industrias.

A Fisioterapia atua de forma implacável na prevenção dos sintomas osteomusculares realizando vários tipos de intervenções como ginástica laboral, adaptação ergonômica, que é a adaptação do local de trabalho e da indumentária utilizada para execução da atividade, além de orientações e informações sobre posturas corretas para execução das mais variadas atividades e toda essa prevenção é feita de forma adaptada para execução da atividade de cada profissão, sendo assim não acarreta em déficits nem atrapalha o serviço desempenhado pelos profissionais.

O adoecimento do trabalhador, principalmente após a globalização, vem sendo estudado e discutido, um dos principais motivos é por exemplo o aparecimento de Lesões por Esforço Repetitivo como principal indicador de adoecimento do trabalho, o que pode ser prevenido, e caso não ocorra a correta prevenção muitas vezes o profissional necessita se abster do exercício da profissão trazendo um ônus pra si e também para empresa, social e financeiramente.

O estudo realizado no presente momento contou com a participação dos Funcionários: Domésticos de Portaria e de Jardinagem. Visto o resultado da pesquisa, ressalto a importância da implantação de estratégias preventivas com o objetivo de identificar e intervir os possíveis fatores de risco encontrados nos diversos ambientes de trabalho aos quais essa população é exposta, contribuindo assim para incrementar a qualidade de atuação da Saúde do Trabalhador e melhorar a qualidade e desempenho profissional dos mais variados indivíduos.

 


Por Giane

02/12/2013

21º Curso de Gestantes promovido pelo Hospital Universitário São Francisco de Paula.

No dia 30/11/2013, o curso de Fisioterapia da  UCPel participou do 21? Curso de Gestantes promovido pelo Hospital Universitário São Francisco de Paula.

As acadêmicas do curso de fisioterapia, Joana Braga Peter e Bianca de Souza Freitas, palestraram sobre alterações posturais que ocorrem durante o período gestacional, bem como cuidados com a postura nas atividades de vida diária neste período com grandes alterações em um curto período de tempo. Foram abordados ainda dicas de alongamento e posicionamento que podem ser utilizados para aliviar tensões e dor nas costas, controle da respiração ea importância da prática de exercícios físicos com supervisão profissional. A questão da mobilização e posições verticais, com posturas e movimentos propícios para acelerar o trabalho de parto foram ressaltos. Destacou-se também, os cuidados com a postura no pós-parto, destacando-se posições para amamentação, troca de fraldas, carregar o bebê e utilizar carrinho de bebê.

Na sequência das palestras, as alunas Mylla Furtado e Paula Harter Nunes abordaram a massagem Shantala, destacando a importância do contato pele a pele para fortalecer vínculos entre pais e filhos. Esta técnica milenar, transmitida de mãe para filha na Índia, foi introduzida há aproximadamente 40 anos na cultura ocidental e é cada vez mais utilizada para tranquilizar, acalmar, combater cólicas, melhorar o sono, entre outros benefícios.

As palestras contaram ainda com o apoio da acadêmica Eliane Rocha da Cunha, auxiliando na prática das técnicas apresentadas e com o apoio da prof. Marilene Rabuske.


Por Giane

28/11/2013

Como atenuar as rugas do rosto sem precisar realizar cirurgia plástica?

 

 

Quando o assunto é deixar a pele mais firme, saudável e rejuvenescida, os tratamentos estéticos estão aí para dar aquela força

As acadêmicas Bruna Nunes e Camila Tessmann do último semestre do curso de Fisioterapia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) realizaram recentemente um estudo sob orientação da Msc. Maria Teresa Bicca Dode com objetivo verificar os efeitos da Radiofrequência não-ablativa no tratamento de rugas faciais.

Esse é um tema muito discutido atualmente na sociedade, afinal, como atenuar as rugas do rosto sem precisar realizar cirurgia plástica? Para isso entra em cena o aparelho mais conhecido como “lifting não cirúrgico” e que propicia para indivíduos descontentes com sua pele tanto do rosto quanto do corpo, uma forma de rejuvenescimento indolor.

Os efeitos térmicos da Radiofrequência causam a desnaturação do colágeno promovendo uma imediata e eficaz contração de suas fibras, ativando assim fibroblastos e ocasionando reorganização das fibras colágenas e um subsequente remodelamento tecidual.

Em vista deste novo tratamento, o estudo contou com quatro participantes, sendo elas do sexo feminino e com idades entre 45 e 60 anos.Estas mulheres compareceram no Marine SPA Urbano, na cidade de Pelotas para realizarem avaliação facial e fotos, seguidas de cinco sessões semanalmente de radiofrequência facial, após as quais realizou-se uma nova avaliação facial, novas fotos e dessa vez também foi aplicada uma escala de satisfação pessoal em cada paciente. Vale ressaltar que durante as sessões não houveram efeitos adversos nem intercorrências, e as quatro pacientes estavam aptas a realizarem o tratamento sem possuírem contra-indicações para sua realização.

Após a avaliação final, o trabalho apontou que a Radiofrequência é capaz de reduzir graus de rugas de acordo com a escala de rugas utilizada pelas alunas, também é capaz de deixar a pele mais firme, melhorando assim a sua flacidez, a hidratação e a textura. Duas pacientes mostraram que apesar de terem conhecimento de que o resultado é sutil e demorado, relataram no dia da avaliação final que o tratamento “não mudou” em relação à condição inicial em que se encontrava sua pele. Isso mostra a dificuldade de um indivíduo perceber melhoras físicas em si mesmo. Contudo, as outras duas participantes do estudo relataram que “melhorou muito” em relação à condição inicial antes do tratamento.

As autoras do estudo revelam que ainda há uma deficiência de artigos científicos na área da Fisioterapia Dermato Funcional sobre esse tipo de tratamento, e que devem ser investigados mais a fundo, sendo necessária a realização de mais estudos abrangendo esse campo da fisioterapia.


Por Giane

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